5 medidas para melhorar o controle de custos no agronegócio

Published On: 7 de dezembro de 2018Por
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Em tempos de instabilidade econômica, encontrar meios para reduzir as despesas deve ser prioridade. Mesmo não sendo diretamente atingido pela crise, qualquer setor precisa estar preparado para superar momentos não tão satisfatórios e evitar prejuízos. Além disso, o controle de custos no agronegócio é importante também para maximizar o uso dos recursos disponíveis e aumentar a produtividade e a competitividade.

Como já vimos neste outro artigo, embora o contexto econônomico seja preocupante, o setor agrícola foi o que demonstrou melhor o desempenho da economia brasileira em 2017, de acordo com o Instituto de Geografia e Estatística (IBGE). Impulsionando o PIB brasileiro, o agronegócio tem um importante papel na recuperação econômica do país.

É verdade que o momento é de expansão e que as supersafras impulsionam os resultados do setor. No entanto, para continuar crescendo, os gestores rurais precisam priorizar o controle de custos no agronegócio. Nesse sentido, o aumento da produtividade deve ser um objetivo permanente na gestão desses empreendimentos.

A redução dos gastos e o aumento do faturamento regulam a eficiência da administração rural. Mas, como isso é possível? Bom, através de ações práticas para controle de custos e implementação de uma gestão mais consciente. Neste artigo, vamos citar alguns pontos-chave desse desafio.

1.Atenção a todas as fases da operação

Um bom gestor é aquele que possui um profundo conhecimento do seu negócio, ainda mais em se tratando de um setor com uma cadeia complexa que envolve diversas etapas em diferentes âmbitos, como o agrícola. Sem uma visão ampla e aprofundada, não é possível ter um controle de custos no agronegócio, tampouco aprimorar a gestão rural.

Focar apenas na lavoura e deixar de lado etapas como o escoamento da produção, por exemplo, terá inevitavelmente consequências negativas – é como ter uma coberta curta demais, que cobre de um lado, mas descobre do outro.

Além disso, somente com uma boa noção do todo, é possível identificar problemas ou momentos críticos da cadeia para poder intervir de forma certeira e definitiva. Quando o gestor não conhece bem o seu negócio, ele não é capaz de realizar um diagnóstico realista da situação em que o empreendimento se encontra.

As plataformas de gestão são, sem dúvida, uma forma de evitar que a maré o carregue para destinos indesejáveis. Esses sistemas costumam promover uma integração entre os diferentes aspectos do negócio, o que substitui planilhas e anotações e facilita e muito a vida dos gestores.

2. Gestão de custos é fundamental

Embora o setor esteja muito bem, o endividamento e a descapitalização são comuns em negócios desse tipo. Isso porque os custos envolvidos na produção e em toda as ações operacionais muitas vezes ainda são variáveis desconhecidas pela maioria dos empreendedores agrícolas.

No entanto, é claro que eles são uma ferramenta essencial na administração do agronegócio. Somente através de uma boa gestão de custos é possível quantificar os centros de gastos de uma atividade produtiva. Para isso, além dos valores finais, devem ser avaliados os custos parciais de cada etapa envolvida.

A verdade é que, embora tenham um impacto direto nos resultados, muitos custos passam despercebidos. É o caso dos custos de ociosidade (mão de obra subutilizada) e de depreciação (associada à geração futura de benefício econômico de um investimento de ativos imobilizados, como as máquinas), por exemplo.

O desconhecimento desses e de outros fatores e a falta de controle resulta em desperdício com gastos desnecessários e investimentos ineficazes – ou seja, tudo que se deve evitar para ser mais produtivo e ter maior lucratividade.

3. Tecnologia é fator estratégico

Não por acaso, esta é um tecla sobre a qual vem se batendo muito ultimamente. A agricultura digital já é uma realidade e está revolucionando o setor – sendo também fundamental para o controle de custos do agronegócio.

Em um contexto de alta competitividade, um empreendedor rural que não investe em tecnologia acaba ficando para trás. Hoje em dia, ela está diretamente ligada a otimização da administração e dos processos em diferentes âmbitos da empresa. É o caso da gestão de transporte, que inclui o abastecimento da frota.

O consumo de combustível representa um gasto significativo na agricultura. Por essa razão, evitar desperdícios e fraudes é muito importante. Graças à inovação tecnológica que assistimos nos últimos tempos, hoje já existem sistemas automatizados de abastecimento.

Através desse tipo de plataforma, é possível monitorar o consumo de combustível e traçar estratégias para redução de despesas nessa área. O software gera relatórios e garante a economia e a segurança, realizando bloqueios de acordo com a capacidade do tanque ou a cota do veículo a ser abastecido.

4. Decisões devem ser baseadas em dados concretos

Um dos grandes desafios do setor agrícola ainda é a tendência ao conservadorismo por parte de muitos gestores. Uma parte deles insiste em tomar decisões baseando-se apenas na própria experiência. Atualmente, porém, as coisas mudaram: a tecnologia também permite que as informações sobre o negócio fiquem armazenadas e acessíveis.

Ter acesso a informações relevantes permite que sejam desenhadas estratégias fundamentadas em dados concretos. Uma tomada de decisão baseada em relatórios precisos aumenta a capacidade gerencial do empreendedor. Por outro lado, o registro também possibilita uma avaliação da situação financeira da empresa.

5. Controle de custos no agronegócio depende de planejamento

Hoje em dia, é inaceitável que um gestor atue sem o mínimo de planejamento. A ideia é que ele seja um processo desenvolvido com o objetivo de amarrar todos os pontos necessários para alcançar os objetivos de expansão dos negócios. Por isso, o planejamento está diretamente ligado ao controle de custos do agronegócio, bem como a redução dos gastos e a otimização dos recursos e a definição dos investimentos.

Será ele a definir como o empreendedor chegará aonde deseja, crescendo de forma sustentável. Ou seja, evitando riscos desnecessários, cortando gastos e conquistando mais produtividade em todas atividades e na operação como um todo.

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